Xanxerê adota novo sistema para monitorar e combater o mosquito Aedes aegypti

Xanxerê implanta ovitrampas no combate ao Aedes aegypti As armadilhas simulam criadouros e permitem que os agentes de endemias ajam de forma mais rápida, com visitas domiciliares, aplicação de larvicidas e mutirões de limpeza.

Ovitrampas ampliam vigilância e permitem resposta mais rápida

A Secretaria de Saúde de Xanxerê implantou um novo sistema para reforçar o enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika vírus e chikungunya. A iniciativa, conduzida pela Vigilância Epidemiológica do município, utiliza a tecnologia conhecida como ovitrampa, que funciona como um verdadeiro radar para identificar precocemente a circulação do inseto. Assim, o município amplia o monitoramento e fortalece as ações preventivas contra as arboviroses.

Município instala 189 ovitrampas para identificar focos do mosquito transmissor
189 Ovitrampas foram instaladas.

Instalação estratégica das armadilhas no município

Ao todo, as equipes instalaram 189 ovitrampas em pontos estratégicos da cidade. As armadilhas consistem em recipientes com água e uma palheta de madeira, que simulam criadouros naturais e, portanto, atraem as fêmeas do mosquito para a postura de ovos. Conforme a Secretaria de Saúde, essa metodologia permite mapear com precisão as áreas com maior infestação e, logo, direcionar as ações de combate de forma mais eficiente.

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Ações direcionadas a partir da coleta dos dados

Com a coleta periódica das palhetas, os agentes de endemias analisam a quantidade de ovos e identificam rapidamente os locais críticos. Dessa forma, as equipes intensificam visitas domiciliares, aplicam larvicidas e, inclusive, organizam mutirões de limpeza quando necessário. Ademais, o sistema apresenta baixo custo e alta sensibilidade, favorecendo a detecção precoce e a interrupção do ciclo do mosquito antes da fase adulta.

Prevenção depende também da colaboração da população

Embora a nova estratégia fortaleça o trabalho do poder público, a Secretaria de Saúde reforça que a participação da comunidade segue essencial. Afinal, ações simples como manter quintais limpos, eliminar recipientes com água, vedar caixas d’água e utilizar repelentes contribuem diretamente para reduzir os focos. Portanto, combinação entre tecnologia, atuação rápida das equipes e conscientização da população se mostra fundamental para conter o avanço das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

Xanxerê reforça o combate ao aedes aegypti com ovitrampas e amplia ações contra dengue, zika e chikungunya.

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