Segurança morto em Réveillon em Piratuba é identificado; suspeito é preso

Segurança morto no Réveillon em Piratuba; suspeito é preso Eleir Zamboni foi morto enquanto trabalhava como segurança no Réveillon em Piratuba.

Quem era Eleir Paulo Zamboni

Eleir Paulo Zamboni, de 43 anos, era reconhecido pela postura profissional, pelo compromisso com a segurança e pela forma respeitosa com que tratava colegas e público. Conhecido como “Lanche”, ele atuava há anos na área e era sócio-proprietário da empresa Sofec Segurança Ltda. Ademais, prestava serviços para órgãos públicos e eventos regionais, sempre descrito como alguém confiável, dedicado e presente. Inequivocamente, sua morte causou comoção profunda entre familiares, amigos e profissionais do setor. A Prefeitura de Zortéa, onde ele trabalhava prestando serviços, lamentou a perda e destacou que sua ausência deixa um vazio significativo entre todos que conviveram com ele.

Crime ocorreu durante festa de Ano-Novo

O homicídio aconteceu na madrugada de quinta-feira, dia 1º, nas proximidades da entrada do Complexo Termal de Piratuba, enquanto ocorria a tradicional festa de Réveillon no município. Conforme informações das autoridades, Eleir trabalhava na segurança do evento quando uma briga se formou nas imediações. Durante a confusão, um homem efetuou um disparo de arma de fogo que atingiu a cabeça da vítima.

Eleir ainda recebeu socorro imediato e foi levado ao hospital. Todavia, apesar do atendimento médico, não resistiu aos ferimentos. O caso gerou forte repercussão, sobretudo porque o crime ocorreu em um evento público, com grande presença de pessoas e turistas.

Prisão do suspeito e avanço das investigações

Posteriormente, a Polícia Civil identificou rapidamente o autor, uma vez que o crime ocorreu diante de diversas testemunhas. Assim, na sexta-feira, dia 2, o suspeito, de 41 anos, apresentou-se espontaneamente na Delegacia de Piratuba, onde os policiais cumpriram um mandado de prisão temporária já expedido pela Justiça.

No momento da apresentação, o homem entregou uma pistola calibre .380. Em seguida, os investigadores realizaram buscas em sua residência e apreenderam outras três armas de fogo. Segundo a Polícia Civil, diversas testemunhas já prestaram depoimento, enquanto imagens de câmeras de segurança seguem em análise, a fim de esclarecer completamente a dinâmica dos fatos.

Investigação segue sob sigilo

De acordo com o delegado André Cembranelli, a vítima morreu em razão direta do exercício da função. Portanto, a investigação avança de forma técnica e responsável, inclusive com apoio da Polícia Científica. O inquérito tramita sob sigilo para garantir a efetividade das diligências. Enquanto isso, a Polícia Civil reforça que denúncias anônimas podem ser feitas pelos canais oficiais, com garantia de confidencialidade.

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