Os corpos de Juvilete Kviatkoski, de 37 anos, da filha Mariana Vitória Cuochinski, de 15, e de Jair Cuochinski, de 46 anos, foram sepultados neste sábado, dia 10, um dia após o crime que, inesperadamente, abalou o município de União do Oeste, no Oeste de Santa Catarina. A família vivia na cidade, que possui cerca de três mil habitantes, onde o caso gerou comoção, sobretudo pela brutalidade e pelo impacto social provocado.
Primeiramente, ocorreram os velórios de mãe e filha em Nova Erechim, município vizinho localizado a aproximadamente 25 quilômetros. Ademais, amigos, familiares e membros da comunidade compareceram em grande número, pois o sentimento coletivo era de perplexidade e tristeza. O sepultamento aconteceu por volta das 15h, no cemitério municipal, sob forte emoção.
Sepultamentos ocorreram em cidades diferentes
Enquanto isso, o corpo de Jair Cuochinski foi velado no salão comunitário da Linha Barra da Europa, no interior de União do Oeste. Posteriormente, o sepultamento ocorreu por volta das 10h deste sábado. Assim, os atos fúnebres aconteceram de forma separada, refletindo a gravidade e a complexidade do ocorrido.
Aliás, a divisão dos locais de velório também evidenciou o impacto emocional vivido pelas famílias envolvidas e pela população local, que acompanhou os desdobramentos do caso desde as primeiras horas da sexta-feira.
Crime ocorreu dentro da residência da família
O crime aconteceu na manhã de sexta-feira, dia 9, dentro da residência da família. Conforme informações da Polícia Militar, colegas de trabalho de Juvilete e moradores acionaram as autoridades após ouvirem gritos e suspeitarem de um duplo homicídio. Logo na chegada, os policiais encontraram vestígios de sangue na área externa do imóvel, enquanto populares indicavam que o autor e as vítimas estavam dentro da casa.
Durante as buscas no terreno, os policiais visualizaram Jair nos fundos da residência. Entretanto, ao receber ordem de abordagem, ele correu para o interior do imóvel. No quarto, os agentes o encontraram agachado ao lado de uma cama, segurando a faca utilizada no crime. Mesmo após ordens repetidas para largar a arma, ele se levantou e avançou contra a guarnição.
Ação policial evitou risco ainda maior
Segundo a Polícia Militar, o homem tentou atacar os policiais, encurralando um deles contra a parede. Diante da ameaça iminente, outro agente efetuou um disparo para cessar a agressão. Jair foi atingido, recebeu atendimento emergencial, mas morreu no local. Portanto, a intervenção policial evitou um risco ainda maior naquele momento.
Além disso, os policiais identificaram uma situação de perigo adicional dentro da residência, pois encontraram uma vela acesa e todas as bocas do fogão abertas, o que poderia resultar em explosão ou incêndio.
Vítimas eram conhecidas pela comunidade
Juvilete morreu ainda no local após sofrer múltiplos golpes de faca. Mariana, por sua vez, chegou a ser socorrida com vida por uma vizinha e levada ao hospital de Nova Erechim. Contudo, apesar dos esforços médicos, a adolescente não resistiu aos ferimentos.
Inegavelmente, a perda das duas vítimas causou forte comoção. Juvilete atuava como catequista, ministra da igreja São Luiz Rei da França e professora da rede estadual. Mariana, desde pequena, participava ativamente das atividades religiosas da comunidade. Enfim, a paróquia local divulgou nota de pesar, manifestando solidariedade aos familiares e amigos.
Velórios e despedidas mobilizaram comunidades do Oeste catarinense
Os corpos de Juvilete Kviatkoski, de 37 anos, da filha Mariana Vitória Cuochinski, de 15, e de Jair Cuochinski, de 46 anos, foram sepultados neste sábado, dia 10, um dia após o crime que, inesperadamente, abalou o município de União do Oeste, no Oeste de Santa Catarina. A família vivia na cidade, que possui cerca de três mil habitantes, onde o caso gerou comoção, sobretudo pela brutalidade e pelo impacto social provocado.
Primeiramente, ocorreram os velórios de mãe e filha em Nova Erechim, município vizinho localizado a aproximadamente 25 quilômetros. Ademais, amigos, familiares e membros da comunidade compareceram em grande número, pois o sentimento coletivo era de perplexidade e tristeza. O sepultamento aconteceu por volta das 15h, no cemitério municipal, sob forte emoção.

Sepultamentos ocorreram em cidades diferentes
Enquanto isso, o corpo de Jair Cuochinski foi velado no salão comunitário da Linha Barra da Europa, no interior de União do Oeste. Posteriormente, o sepultamento ocorreu por volta das 10h deste sábado. Assim, os atos fúnebres aconteceram de forma separada, refletindo a gravidade e a complexidade do ocorrido.
Aliás, a divisão dos locais de velório também evidenciou o impacto emocional vivido pelas famílias envolvidas e pela população local, que acompanhou os desdobramentos do caso desde as primeiras horas da sexta-feira.
Crime ocorreu dentro da residência da família
O crime aconteceu na manhã de sexta-feira, dia 9, dentro da residência da família. Conforme informações da Polícia Militar, colegas de trabalho de Juvilete e moradores acionaram as autoridades após ouvirem gritos e suspeitarem de um duplo homicídio. Logo na chegada, os policiais encontraram vestígios de sangue na área externa do imóvel, enquanto populares indicavam que o autor e as vítimas estavam dentro da casa.
Durante as buscas no terreno, os policiais visualizaram Jair nos fundos da residência. Entretanto, ao receber ordem de abordagem, ele correu para o interior do imóvel. No quarto, os agentes o encontraram agachado ao lado de uma cama, segurando a faca utilizada no crime. Mesmo após ordens repetidas para largar a arma, ele se levantou e avançou contra a guarnição.
Ação policial evitou risco ainda maior
Segundo a Polícia Militar, o homem tentou atacar os policiais, encurralando um deles contra a parede. Diante da ameaça iminente, outro agente efetuou um disparo para cessar a agressão. Jair foi atingido, recebeu atendimento emergencial, mas morreu no local. Portanto, a intervenção policial evitou um risco ainda maior naquele momento.
Além disso, os policiais identificaram uma situação de perigo adicional dentro da residência, pois encontraram uma vela acesa e todas as bocas do fogão abertas, o que poderia resultar em explosão ou incêndio.

Vítimas eram conhecidas pela comunidade
Juvilete morreu ainda no local após sofrer múltiplos golpes de faca. Mariana, por sua vez, chegou a ser socorrida com vida por uma vizinha e levada ao hospital de Nova Erechim. Contudo, apesar dos esforços médicos, a adolescente não resistiu aos ferimentos.
Inegavelmente, a perda das duas vítimas causou forte comoção. Juvilete atuava como catequista, ministra da igreja São Luiz Rei da França e professora da rede estadual. Mariana, desde pequena, participava ativamente das atividades religiosas da comunidade. Enfim, a paróquia local divulgou nota de pesar, manifestando solidariedade aos familiares e amigos.
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