Nova pista reacende esperanças durante buscas por criança desaparecida em Xanxerê
As buscas por Yasmin Sechini, de 10 anos, avançaram para a segunda semana, enquanto familiares localizaram uma nova pista que pode contribuir para a investigação do desaparecimento ocorrido no rio Chapecozinho, em Xanxerê, no Oeste de Santa Catarina.
Atualmente, equipes do Corpo de Bombeiros mantêm operações intensas ao longo do curso do rio, inclusive com apoio aéreo, drones e voluntários. Embora a correnteza e a mata ciliar densa tornem o trabalho complexo, as equipes mantêm os esforços de forma contínua, pois cada indício encontrado direciona novas estratégias de busca.
Familiares encontraram a peça de roupa próxima ao local onde o corpo da mãe apareceu.
Durante as buscas realizadas nesta sexta-feira, dia 9, familiares e amigos localizaram uma calça da criança nas proximidades do ponto onde encontraram anteriormente o corpo da mãe, Patrícia Sechini.
Conforme informações divulgadas por jornalista da região, o local apresenta características semelhantes às áreas já mapeadas pelos bombeiros.
Anteriormente, outros pertences da menina também haviam surgido na mesma região, assim, reforçando a hipótese de que a correnteza tenha mantido os objetos em um trecho específico do rio. Todavia, as autoridades evitam conclusões precipitadas, pois a confirmação depende de análise técnica.
Operação mobiliza bombeiros, voluntários, drone, cão de buscas e helicóptero
Os trabalhos contam com bombeiros em solo, apoio de um cão especializado em buscas, além de um drone da Defesa Civil de Xanxerê. Outrossim, um helicóptero do Saer-Fron presta suporte aéreo, ampliando o alcance da varredura.
Nesta sexta-feira, inclusive, a equipe planejou o uso de uma embarcação, logo após avaliar as condições do trecho. Segundo o Corpo de Bombeiros, as equipes delimitam previamente as áreas de busca, porque os relatos de moradores e familiares ajudam a definir os pontos mais críticos. Entretanto, a correnteza intensa e o difícil acesso tornam o avanço mais lento.
Voluntários reforçam buscas, mas dificuldades persistem
Além das equipes oficiais, moradores da região e grupos de voluntários participam das buscas desde os primeiros dias. Inegavelmente, a mobilização comunitária tem sido fundamental, mas os desafios naturais do rio Chapecozinho impõem limitações.
Semelhantemente aos dias anteriores, a visibilidade reduzida e a vegetação fechada dificultam a progressão. As equipes seguem os trabalhos de forma organizada, portanto, comunicam imediatamente às autoridades responsáveis qualquer novo vestígio encontrado.

Relembre o caso
Patrícia Sechini e a filha Yasmin desapareceram no dia 1º de janeiro, enquanto participavam de uma pescaria.As equipes localizaram o corpo da mãe no sábado, dia 3, em um ponto de difícil acesso do rio.
Posteriormente, equipes realizaram a remoção com apoio aéreo, pois o terreno impedia acesso por terra. Devido ao estado avançado de decomposição, não houve velório, então o sepultamento ocorreu no domingo, dia 4. Desde então, as buscas pela criança continuam de forma ininterrupta, sobretudo com foco nos trechos mais críticos do rio.
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Buscas no Rio Chapecozinho entram no sexto dia sem localizar Yasmin.
Corpo de Patrícia Sechini é encontrado após buscas no Rio Chapecozinho, em Xanxerê
Mãe e filha desaparecem após serem arrastadas por correnteza em Xanxerê
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